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domingo, 30 de novembro de 2008

MEMORIAL

Sou a terceira filha de uma familia de oito irmãos- sempre nos relacionamos muito bem.Meu pai , hoje falecido , era funcionário da Companhia Estadual de Água e Esgoto do estado do Maranhão em São Luis.Quando criança meu pai gostava muito de contar hitórias para nós antes de dormirmos.Sempre gostei muito de ouvir histórias e piadas , só sou péssima na hora de contar a outras pessoas. Minha mãe era professora e muito exigente com os filhos que estudavam com ela, era sua a responsábilidade das tarefas educacionais dos filhos.
Mudamos para Brasilia, porque meu pai e minha mãe queriam para os filhos um futuro melhor ou seja todos formados . Meu pai se achava o homem mais orgulhoso , pois os que não eram formados estavam fazendo faculdade.
Estudei o Ensino Fundamental e médio em escolas públicas, o segundo grau cursei Auxiliar de Adminstração no CEMAB-Taguatinga.Logo fiz estágio na área e conseguir um emprego na EBCT. Empresa Brasileira de Correios e Telegráfos, trabalhei muito tempo lá.
Após terminar o segundo grau, fiz vestibular para Relações Internacionais na UNB, não passei mas passei na minha outra opção no CEUB que era para LETRAS ESPANHOL.
Depois que minha filha nasceu , Júlia que hoje está com 18 anos e entrou aos 17 na UNB , saí da EBCT quando ela estava com 2 anos e resolvi entrar na minha área de formação. Trabalhei primeiramente como contrato temporário na antiga Escola Normal de Ceilândia e depois no Centro Educacional Médio 07 de Taguatinga .Foram duas experiências bem diferentes . Na Escola Normal tinha como coordenador de área o professor Fernando Moura ele me incentivou a fazer o concurso até então não tinha nenhum interesse, estava estudando para o concurso do TCU.
Em 1996 fiz o concurso e passei , fui chamada em Abril de 1997 fui trabalhar em Santa Maria noturno no antigo supletivo gostei muito, os alunos eram adultos e só ia quem queria realmente , a sala estava sempre cheia. A nossa interação aluno/professor era muito boa.
Em 1999 entrei no CEF -02 Ceilândia sul dando aula para 5ª série . Em 2007 e 2008 estou como coordenadora pedagógica na área de Códigos e Linguagens .Está sendo uma experiência muito boa aprendi muito , principalmente a ter mais paciência e tolerância com as pessoas e ver como é dificil trabalhar em direção de uma escola, com pessoas diferentes tentando agradar todos e principalmente fazer um bom trabalho pedagógico.
Estou fazendo pós-graduação pela UNB oferecida pela SEEDF, estou gostando muito está um pouco difícil pois são muitas obrigações ao mesmo tempo , faço também o curso Alfabetização e Linguagem do qual falarei depois.
Depois de falar muito do profissional , vou falar um pouco da base que foi a responsável pelo meu sucesso, minha Familia principalmente Dona Deusa(minha mamãe), hoje com 75 anos idade mental de uma adolescente.Aposentou este ano trabalhava na Policia Rodoviária federal ,entrou no serviço público quando estavamos todos adultos e demorou aposentar É uma pessoa que tenho muito orgulho e adimiração ,hoje Lenita 30/11 ela está no seu estado RJ, com o grupo de COPOTERÁPIA é uma pessoa muito especial que amo muito. Meu pai como já falei faleceu jovem aos 65 anos também uma pessoa admirável . Tenho 7 irmãos , sobrinhos ,
cunhadas e cunhado todos ótimos .
Moramos , eu e Júlia em Taguatinga .Sou uma mãe muito orgulhosa e competente pois conseguir criar minha filha que é uma garota inteligente e amável quem conhece sabe .

Dia 20/11 Dia da Consciência Negra



































































sábado, 29 de novembro de 2008

Caso de Secretária. Carlos Drummond de Andrade

Texto sugerido para trabalhar com os alunos.Faz parte do livro "70 historinhas", ed Record.

CASO DE SECRETÁRIA.
Foi trombudo para o escritório. Era dia de seu aniversário, e a esposa nem sequer o abraçara, não fizera a minima alusão á data. As crianças também tinham se esquecido. Então era assim que a familia o tratava? Ele que vivia para seus, que se arrebentava de trabalhar, não merecer um beijo, uma palavra ao menos!
Mas no escritório, havia flores á sua espera, sobre a mesa. Havia o sorriso e o abraço da secretária, que poderia muito bem ter ignorado o aniversário , e entretanto o lembrava. Era mais do que uma auxiliar , atenta, experimentada e eficiente,´pé-de-boi da firma, como até então a considerara; era um coração amigo.
Passada a surpresa, sentiu-se ainda mais borocochô : o carinho da secretária não curava , abria mais a ferida. Pois então uma estranha se lembrava dele com tais requintes, e a mulher e os filhos, nada?
Baixou a cabeça, ficou rodando o lápis entre os dedos, sem gosto para viver.
Durante o dia, a secretária redobrou de atenções. Parecia querer consolá-lo, como se medisse toda sua solidão moral, o seu abandono. Sorria, tinha palavras amáveis, e o ditdo da correspondencia foi entremeado de suaves brincadeiras da parte dela.
-O Senhor vai comemorar em casa ou numa boate?
Engasgado, confessou-lhe que em parte nenhuma. Fazer anos é ma droga, ninguém gostava dele neste mundo, iria rodar por aí á noite , solitário, como o lobo da estepe.
- Se o senhor quisesse, podiamos jantar juntos - insinuou ela, discretamente.
E náo é que podia mesmo? Em vez de passar uma noite besta, ressentida - o pessoal lá de casa pouco tá ligando -, teria horas amenas, em companhia de uma mulher que - reparava agora -era bem bonita.
Daí por diante o trabalho foi nervoso, nunca mais que se fechava o escritório.Teve vontade de mandar todos embora, para que todos comemorassem o seu aniversário, ele principalmente.Conteve-se, no prazer ansioso da espera.
- Onde você prefere ir? - perguntou, ao saírem.
- Se não se importa, vamos passar primeiro em meu apartamento. Preciso trocar de roupa.
Ótimo, pensou ele;- faz-se a inspeção prévia do terreno, e, quem sabe?
- Mas antes quero um drinque, para animar - ele retificou.
Foram ao drinque, ele recuperou não só a alegria de viver e fazer anos, como começou a fazê-los pelo avesso, remoçando. Saiu bem mais jovem do bar, e pegou-lhe do braço.
No apartamento, ela apontou-lhe o banheiro e disse que o usasse sem cerimônia. Dentro de quinze minutos ele poderia entrar no quarto, não precisava bater- e o sorriso dele, dizendo isto, era uma promessa de felicidade.
Ele nem percebeu ao certo se estava arrumando ou se desarrumando, de tal modo os quinze minutos se atropelaram, querendo virar quinze segundos, no calor escaldante do banheiro e da situação. Liberto da roupa incômoda, abriu a porta do quarto. Lá dentro , sua mulher e seus filhinhos, em coro com a secretária , esperavam-no cantando "Parabéns pra você".

Texto Humorístico

Objetivos do Encontro: Identificar as caracteristicas de textos que nos permitem classificá-los quanto a seu gênero em humoristico e buscar estratégias de ensino -aprendizagem que sistematizem habilidaades lingüisticas em nossa prática pedagógica
"Aprendemos que o dia em que não rimos é o dia mais perdido"(Geandré)


"Não é a verdade que é engraçada. Engraçada é a maneira com que o humor nos faz chegar a
a ela" .(Ziraldo)

"Depois de ter criado o mundo, Deus criou o homem e a mulher. E para preservá-los da destruição. Ele inventou o humor". (Mordillo).

Acho fantástico trabalhar com texto humorístico ,charge ou piadas é bem divertido . Os alunos ficam felizes. Eu adoro piadas só não sei contar.

Comentário Pessoal filme "DESMUNDO"

O filme é quase um documento , um retrato do nascimento do Brasil, onde raças diferentes coabitavam um mundo perdido nos próprios valores.
Desmundo trabalha a emoção na medida certa .Filme com alma belissimo!!
Os diálogos com legendas, são feitos em Português arcaico, Línguas Indigenas e Africanas.

Em memória da 27ª Feira do Livro de Brasília

Não pude comparecer com o grupo, mas estive na feira individualmente e pude conferir de perto as novidades abaixo citadas:


Entre as atrações da 27ª Feira do Livro de Brasília estão as mini-conferências, onde diferentes intelectuais e autores discorrerão sobre temas como 1958; Os autores do Norte; 1968; O ano do planeta; Direitos Humanos; O ano da língua; e 50 anos de Taguatinga.Outra atração serão as atividades relacionadas à vida e obra de Thiago de Mello. Para que os freqüentadores possam conhecê-lo melhor, amigos do poeta homenageado falarão sobre diferentes aspectos da sua vida e obra.Para a criançada, a programação da feira promete ser animada. Teatro, contação de histórias, apresentação de mamulengos e música estão entre as atrações reservadas para os pequenos durante os dias de feira.Ainda haverá o Curta ao meio-dia, um espaço disponibilizado para apresentação de documentários relativos aos diferentes temas abordados na Feira.Além disso, oficinas sobre diversos temas como ilustração, redação, quadrinhos, roteiro cinematográfico, crítica de cinema, entre outros estão previstos. Salas de bate-papo sobre os temas dramaturgia, literatura latino-americana, literatura e psicanálise, programas governamentais de leitura, bibliotecas infantis também fazem parte da programação.HomenageadoBatizado como Amadeu Thiago de Mello, nascido no município de Barreirinha no Amazonas, o poeta homenageado da Feira do Livro deste ano abandonou o curso de medicina no Rio de Janeiro para se dedicar à poesia, com temática especialmente direcionada para o meio ambiente. Durante o evento, o amazonense fará o lançamento do livro "ABC da Floresta", orientado para o público infantil e que será distribuído gratuitamente na feira.O poeta fala da importância que um evento como a Feira do Livro de Brasília tem para a sociedade. "As pessoas devem ser conscientizadas da importância da leitura. O livro para a formação do ser humano. Que as crianças, através dos seus pais e professores, possam fazer o seu caminho melhor.É um presente que só a leitura pode dar".Thiago de Mello afirma ter, em seu trabalho como escritor, a preocupação de retratar a natureza com palavras: "Ela (a natureza) é a maior fonte de vida do planeta. As consequências do aquecimento da terra são uma verdade que não é nada linda, não é nada alegre. É uma pena que o Brasil esteja tão pouco tocado. Eu trato de fazer a minha parte, porque acredito que cada um pode fazer a sua", afirma o poeta.MemóriaA Feira do Livro de Brasília é um dos maiores eventos literários da região Centro-Oeste. Em sua primeira edição, em outubro de 1982, a Feira já dava sinais de que se tornaria uma referência entre livreiros, bibliotecários, editores e os leitores de diferentes partes do Brasil. Em 2007, mais de 500 mil pessoas passaram pela Feira do Livro de Brasília, participando de atividades culturais, oficinas, palestras, workshops e apresentações teatrais e musicais. Em 26 anos de história, a Feira do Livro de Brasília se caracterizou por movimentar o mercado editorial nacional e de livros do DF

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